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* Fragilidade de D. Maria
Ana, resultante do seu estado de mulher grávida (já vai no 5.º mês) e
também do desgosto causado pela morte do seu irmão
José (imperador da Áustria).
* Auto-de-fé no Rossio e apresentação de
Sebastiana Maria de Jesus, mãe de Blimunda
(Sete-Luas), que, depois de açoitada, vai ser
condenada a dez anos de degredo, em Angola, por
ter visões e fazer revelações.

*
Espetáculo degradante do auto-de-fé, assistido por Blimunda,
na companhia do padre Bartolomeu Lourenço.
* Baltasar aproxima-se e
trava conhecimento com Blimunda, quando esta
lhe pergunta o nome. Fica enfeitiçado pelos
pelos seus olhos: "... de cada vez que ela o
olha a ele sente um aperto na boca do estômago,
porque olhos como estes nunca se viram, claros
de cinzento, ou verde, ou azul, que com a luz de
fora variam ou o pensamento de dentro, e às
vezes tornam-se negros nocturnos ou brancos
brilhantes como lascado carvão de pedra."
(página 55)
* Após o auto-de-fé,
Baltasar acompanha o Padre Bartolomeu Lourenço
de Gusmão e Blimunda a casa desta,
onde comeram uma sopa.
*
Apresentação de Blimunda como vidente - quando
está em jejum vê as pessoas “por dentro”.
* União de Baltasar e
Blimunda, abençoada pelo Padre Bartolomeu de
Gusmão – "Então declaro-vos casados."
(pág. 56)
*
Consumação do amor de Baltasar e Blimunda (19
anos, virgem), com esta a prometer que nunca o
olhará por dentro.
JMS |