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FREI LUÍS DE SOUSA - Anotações

 

 

 

 

 

 

 

 


Ninguém:
(última fala do Romeiro): Significa esta palavra, densa de amargura e desilusão, que, ali, ele nada era: que, em sua ausência, fora tido como se não existisse.  «No  rascunho

inicial do plano da peça, Garrett projectava uma última cena - a explicação entre o Romeiro e F. Jorge. Finda ela, o frade levava-o para o convento, exclamando D. João de Portugal: - " Meu Deus, que fiz eu!". Depois modificou o plano, para muito melhor, pondo a explicação do caso no acto III». (R. Lapa)
 

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© Joaquim Matias 2009

 

 

 

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