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FREI LUÍS DE SOUSA
- Anotações
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Ninguém:
(última fala do Romeiro):
Significa esta palavra, densa de amargura e
desilusão, que, ali, ele nada era: que, em
sua ausência, fora tido como se não
existisse. «No rascunho
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inicial do plano da peça, Garrett projectava uma
última cena - a explicação entre o Romeiro e F.
Jorge. Finda ela, o frade levava-o para o convento,
exclamando D. João de Portugal: - " Meu Deus, que
fiz eu!". Depois modificou o plano, para muito
melhor, pondo a explicação do caso no acto III». (R.
Lapa)
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