O conjunto de acontecimentos que se desenrolam em determinados espaços e ao longo de um período de tempo mais ou menos extenso tem o nome de
CONJUNTO MARIA ALBERTINA.
NARRATÁRIO.
TEMPO
ACÇÃO
A entidade responsável pelo discurso narrativo, aquele que conta a história, chama-se
NARRATÁRIO.
PERSONAGEM.
NARRADOR.
CUSCO.
De um narrador que nos apresenta uma narrativa, pelo ponto de vista de uma ou mais personagens, dizemos que tem
FOCALIZAÇÃO EXTERNA.
FOCALIZAÇÃO OMNISCIENTE.
FOCALIZAÇÃO INTERNA.
PROBLEMAS DE DUPLA PERSONALIDADE.
De um narrador que nos apresenta uma narrativa, sabendo tudo o que se passa no íntimo das personagens, bem como o que se passa no passado, presente e futuro da acção, dizemos que tem
FOCALIZAÇÃO EXTERNA.
FOCALIZAÇÃO INTERNA
FOCALIZAÇÃO OMNISCIENTE.
UMA GRANDE REDE DE ESPIÕES..
De um narrador que nos apresenta uma narrativa, contando a história de forma objectiva, do ponto de vista de uma testemunha dos acontecimentos, dizemos que tem
FOCALIZAÇÃO INTERNA.
FOCALIZAÇÃO OMNISCIENTE.
FOCALIZAÇÃO EXTERNA.
O HÁBITO DE CUSCAR.
Se um narrador é a personagem principal da narrativa e utiliza a primeira pessoa, dizemos que é um NARRADOR
HOMODIEGÉTICO.
HETERODIEGÉTICO.
AUTODIEGÉTICO.
VAIDOSÃO.
O processo de caracterização das personagens que depende das conclusões e inferências do leitor denomina-se
CARACTERIZAÇÃO DIRECTA
CARACTERIZAÇÃO POPULAR
CARACTERIZAÇÃO INDIRECTA
CARACTERIZAÇÃO INFERIDA.
Se um narrador participa na acção, apesar de não ser protagonista, dizemos que é um NARRADOR
AUTODIEGÉTICO.
HETERODIEGÉTICO.
HOMODIEGÉTICO.
INTERESSADO.
Se um narrador não participa na acção, dizemos que é um NARRADOR
AUTODIEGÉTICO.
HOMODIEGÉTICO.
HETERODIEGÉTICO.
"OUTDIEGÉTICO".
Quanto ao relevo, as personagens podem ser classificadas como
MODELADAS, DESENHADAS E COLECTIVAS.
ALTAS, BAIXAS, GORDAS E MAGRAS.
PRINCIPAIS, SECUNDÁRIAS E FIGURANTES.
REDONDAS, PLANAS E QUADRADAS.
Quanto à composição, as personagens podem ser classificadas como
PRINCIPAIS, SECUNDÁRIAS E FIGURANTES.
ALTAS, BAIXAS, GORDAS E MAGRAS.
MODELADAS, DESENHADAS E COLECTIVAS.
REDONDAS, PLANAS E QUADRADAS.
ESPAÇO FÍSICO É
o espaço real, exterior ou interior, onde as personagens se movem.
o ambiente social em que as personagens se integram.
o espaço interior da personagem, o conjunto das suas vivências, emoções e pensamentos.
um local de actividades desportivas.
ESPAÇO SOCIAL É
o ambiente social em que as personagens se integram.
o espaço real, exterior ou interior, onde as personagens se movem.
o espaço interior da personagem, o conjunto das suas vivências, emoções e pensamentos.
um projecto de enviar o excedente demográfico para outros planetas.
ESPAÇO PSICOLÓGICO É
o espaço interior da personagem, o conjunto das suas vivências, emoções e pensamentos.
o espaço real, exterior ou interior, onde as personagens se movem.
o ambiente social em que as personagens se integram.
uma clínica para doentes mentais.
Quando o narrador recua no tempo, verifica-se a
ELIPSE.
PROLEPSE.
ANALEPSE.
CONFUSÃO TOTAL NO LEITOR.
Quando o narrador avança no tempo, verifica-se a
ELIPSE.
ANALEPSE.
PROLEPSE.
ANTECIPAÇÃO DO FINAL DO MÓDULO.
Quando o tempo do discurso se aproxima do tempo da história, como, por exemplo, nos diálogos, falamos de
SUMÁRIO.
ANISOCRONIA.
ISOCRONIA.
PEDIDO DE ULTRAPASSAGEM.
Quando o narrador conta uma série de acontecimentos de forma muito resumida, falamos de
ELIPSE.
ANALEPSE.
FALTA DE PACIÊNCIA.
SUMÁRIO.
Quando o narrador omite acontecimentos, "saltando" na acção, falamos de
SUMÁRIO.
ELIPSE.
PROLEPSE.
OCULTAÇÃO DE PROVAS.
À maneira como as personagens vivenciam o tempo chamamos