Conectores do Discurso 7

 

Preenchimento de lacunas

 

  

   É isso que      Ainda por cima      desde ontem      Isto só para falar      Mas      mas sim      mas também      Ou      pois      Por isso      Quando      que      Que   
EDITORIAL
o sistema em vigor de classificações na função pública está desfigurado e falho de qualquer racionalidade, só o interesse corporativo em causa própria não verá. , em vez de "notas" bem diferenciadas, temos a esmagadora maioria acantonada no extremo do "muito bom", estamos perante uma farsa. cara para os cofres do Estado: ao abrir portas a progressões profissionais, estas passavam de imediato a automáticas.
O primeiro passo para cortar o mal pela raiz é medir, com justiça, vários níveis de desempenho.
, os resultados dos serviços e os de cada um que neles trabalha são a prova dos nove do novo regime.
, feita a destrinça entre os que merecem ser premiados e os outros, resta definir a dimensão do prémio. E a ideia de que ela não pode ser indiferente ao momento económico do país é tão simples quanto importante. Um país decente cuida de ter finanças públicas sustentáveis nos bons e nos maus momentos de cada ciclo económico. Calibrar os incentivos da função pública pela gestão prudente da folga orçamental que o crescimento económico proporciona não é somente boa política. É dizer a 700 mil servidores do Estado que a construção de uma economia mais robusta, produtiva e justa na repartição dos seus frutos é assunto de todos. Dos trabalhadores do sector privado, dos do sector público.
A União Europeia (UE) e o Reino Unido têm,
, um novo tema no topo da sua agenda política: o da independência da Escócia, que poderá ser o 28.º membro da UE. resulta das eleições regionais que deram a vitória ao Partido Nacionalista Escocês (SNP), que centrou o essencial do seu programa na realização de um referendo sobre a eventual independência desta região até 2010. A Escócia deixaria, , de fazer parte do Reino Unido, separando-se da Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte.
Um dia poderá suceder exactamente o mesmo com a Irlanda do Norte, ou através da reunificação das duas Irlandas.
no Reino Unido. Porque há o País Basco e a Catalunha, em Espanha. a divisão da Bélgica ao meio, colocando a Flandres de um lado e a Valónia do outro. Afinal, o que já aconteceu com a ex-Checoslováquia e com a implosão da ex-Jugoslávia.
O que esta onda de "independências" mostra é que, em vez de cimentar a união, a UE assiste, imóvel, à fractura europeia. As regiões não se afirmam dentro da Europa,
no interior de cada país.
Para Portugal,
dispõe das fronteiras mais estáveis e antigas da Europa, o fenómeno pode trazer riqueza. Ou instabilidade.

DN, 05-05-07

 

Adaptado de "http://stortomas.no.sapo.pt"

Joaquim Matias da Silva

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