|
Carlos visita de surpresa a Vila Balzac, a casa
onde Ega se instala para se encontrar com Raquel Cohen –
descrição da casa, com particular destaque para o
quarto. (pp. 145-149)
Carlos não fica muito entusiasmado com a
condessa de Gouvarinho. (p. 150)
Carlos sente-se falhado no amor (p. 151)
Ega fala no determinismo no amor. (p. 152)
Através de Ega, Carlos conhece Craft, que tinha
uma rica casa em Olivais, um “sublime bricabraque” – sua
descrição. (pp. 153-154)
Ega, para homenagear Cohen, dá um jantar no
Hotel Central. (pp. 154-155)

O Hotel Central, no séc. XIX.
Carlos, ao dirigir-se para o jantar, vê no
peristilo do Hotel Central, uma senhora muito elegante,
«maravilhosamente bem feita» e «com um passo soberano de
deusa» – primeira visão dos Castro Gomes, família que Dâmaso
Salcede, o do “chique a valer”, já conhecia de Paris e
que tinha acabado de chegar a Lisboa, vinda de Bordéus.
(pp.156-158)
Ver, em baixo, vídeo.
Primeira referência a Guimarães, tio de Dâmaso
Salcede – Mr. Guimaran, como é conhecido em Paris.
(p.158)
Caraterização de Alencar. (p.159 e seguintes)

Tomás de
Alencar
Alencar defendia o Romantismo e Ega o
Naturalismo – discussão acérrima entre os dois. (p. 162
e seguintes)
No jantar discute-se criticamente, para além da
literatura (Romantismo e Naturalismo), a política, as
finanças, a arte e a crítica literária. (p. 165 e
seguintes)
Perdido o seu poder argumentativo, Tomás de
Alencar recorre à calúnia, à linguagem de baixo nível,
chamando "caloteiro" a Simão Craveiro, um poeta realista
("poesia moderna") e "porca" e "meretriz de doze
vinténs emMarco de Canaveses!" (pp. 172 e 174)
Tomás
de Alencar fala, depois, com nostalgia, do passado feliz e aproveita para fazer,
mais uma vez, crítica política. (pp. 178-180)
No seu quarto, “estirado numa chaise-longue”,
Carlos evoca a história dos seus pais que lhe tinha sido
contada por Ega e confirmada pelo avô. (pp. 182-184)
“Num meio adormecimento”, Carlos visualiza a
deslumbrante mulher que vira no peristilo do Hotel
Central. (pp. 184-185)
JMS
|