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Jorge e o Romeiro,
que seguiu
Madalena
com os olhos, e está alçado no meio da casa com
aspecto severo e tremendo.
Jorge
‑ Romeiro, Romeiro! quem és tu?
Romeiro
(apontando com o bordão para o retrato de D.
João de Portugal)
‑
Ninguém.
(Frei Jorge cai prostrado no chão, com os braços
estendidos diante da tribuna. O pano desce
lentamente.) |